A visita do papa ao Brasil

“Pois tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes seus raciocínios se tornaram fúteis, e seus corações insensatos se obscureceram. Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos, e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, bem como as aves, quadrúpedes e répteis” (Romanos 1:21-23).

O senhor Joseph Alois Ratzinger, ou Papa Bento XVI como é chamado e mais conhecido pelos católicos, chega ao Brasil exatamente 10 anos após a última visita do seu antecessor, o João Paulo II. Nesse período, a igreja católica romana no Brasil passou por profundas transformações, principalmente de ordem interna, quando alguns de seus líderes estiveram envolvidos com pedofilia e boa parte de seus fiéis foi resgatada, pelo Poder do Espírito Santo, para as igrejas genuinamente evangélicas. É certo que a diminuição significativa de fiéis foi, durante ao longo dos tempos, a maior preocupação interna da igreja de Roma e um dos motivos principais para a visita do senhor Ratzinger ao Brasil no princípio de 2007.

Ainda durante o voo que trazia toda comitiva ao Brasil e parte de jornalistas, o senhor Ratzinger admitiu o crescimento das igrejas evangélicas, especialmente as pentecostais, as quais ele denomina de seitas, e afirmou com todas as palavras que o objetivo de sua vinda era tentar “parar esse crescimento”.

Aqui no Brasil chegou com um discurso prontíssimo, trazido do Vaticano: combateu duramente o aborto (talvez por saber que mais de 80% das abortantes são declaradamente católicas romanas), a corrupção entre políticos e empresários, o divórcio, o distanciamento dos canais de TV que satirizam com a união familiar (talvez não tenham lhe falado sobre o conteúdo das novelas produzidas pela TV Globo, principal divulgadora do catolicismo no Brasil); sugeriu aos jovens a castidade e aos casados a fidelidade no matrimônio e incentivou aos fiéis católicos a se dedicarem mais ao trabalho de evangelização. Na Catedral da Sé, em São Paulo, numa reunião com os bispos, afirmou que a finalidade da igreja é a “salvação das almas, uma a uma”. Sobre a perda de fiéis, culpou a fragilidade da fé das pessoas que, segundo ele, foram “vulneráveis ao proselitismo agressivo das seitas”, atacando as igrejas evangélicas, adquiridas pelo Sangue do Senhor JESUS.

Sobre essa visita e as declarações do senhor Ratzinger no Brasil, valem alguns esclarecimentos:

1. Sinto-lhe dizer que homem nenhum é capaz de deter o crescimento da Igreja Evangélica de DEUS no Brasil. Nenhum poder nem principado nem potestade. Nenhuma falsa evangelização e doutrinas enganosas. Nenhum império a serviço do mal, por mais grandioso que pareça ser. O povo evangélico, não só no Brasil como no mundo inteiro, como disse anteriormente, foi comprado pelo Sangue Poderoso do Senhor JESUS CRISTO e pela ação exclusiva do Espírito Santo. Esse povo é a “carta, escrita em nossos corações, conhecida e lida por todos os homens; ministrada pelos apóstolos e escrita, não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração” (2 Coríntios 3:2-3). Segundo o apóstolo Pedro, somos “a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as grandezas daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” (1 Pedro 2:9). Portanto, senhor Ratzinger, cuidado ao se dirigir à imensa Nação Santa de DEUS aqui no Brasil, pois quem nos tenta agredir, não agride diretamente a nós, mas ao Espírito de DEUS que está em nós. Também não cremos no mesmo DEUS, não, como afirmou à Rede Globo de Televisão o arcebispo emérito de Minas Gerais. Essa é a última enganação criada por satanás, ao afirmar que joio e trigo são a mesma coisa. Nós, evangélicos com muita alegria e amor, somos o trigo no rebanho fortalecido de CRISTO e por CRISTO. O nosso DEUS abomina santos feitos por mãos humanas e criados segundo a crendice, tradições e a imaginação de alguns; não ensina na Sua Santa Palavra que Maria algum dia tenha ressuscitado; portanto, todos os infinitos nomes de “senhoras” que existem por aí, atribuindo a elas uma fictícia divindade, são produto da mente humana, sem respaldo nenhum da Bíblia Sagrada. O senhor Ratzinger deveria também cuidar dos milhares de católicos, que ainda freqüentam os seus templos, mas vivem incrédulos em relação ao dogma da assumpção de Maria e da canonização de santos. Conheço muitos (e existem inúmeros espalhados no Brasil) que afirmam estar ainda no catolicismo romano, mesmo não acreditando nos dogmas antibíblicos. Essas pessoas, afirmo, são também promessas de DEUS, que ao Seu tempo e segundo a Sua soberana Vontade, serão resgatadas, como um dia outrora eu fui.

2. Que acho maravilhoso o seu entusiasmo em querer despertar seus líderes para um trabalho de evangelização mais forte, dirigindo-se, inclusive, aos mais jovens; em combater o aborto, a corrupção e à defesa da família. Porém, digo-lhe que suas palavras serão como fogo em palhas secas, que logo desaparecerão no tempo. Nada do que se faça sem a ação poderosa do Espírito de DEUS subsistirá. Os milagres e as conversões que os apóstolos experimentaram só conseguiram porque DEUS estava com a vida deles, como está na vida dos evangélicos (pentecostais ou não) que pregam e anunciam o DEUS VIVO. Nós, evangélicos, pregamos o que é Vida em nós. As famílias se tornam indestrutíveis quando se rendem ao Poder maravilhoso de CRISTO. As mulheres só entendem que o aborto é pecado e o deixam se o ESPÍRITO SANTO der a elas a mente de CRISTO. E isto só é possível por um caminho: largando a falsa religiosidade (que contamina o Brasil desde o seu “descobrimento” por meio dos portugueses e jesuítas), confessando a JESUS CRISTO COMO ÚNICO SENHOR DE SUA VIDA e crendo que DEUS (apenas ELE) ressuscitou dentre os mortos (como bem ensina o livro de Romanos 10:9).

Estou convencido, Ratzinger, que o senhor chegou tarde demais. Hoje, os evangélicos somam muito mais de 30 milhões de pessoas, distribuídas em diversas denominações. Daqui a pouquíssimo tempo, seremos mais de 100 milhões, pela Graça de DEUS. Não queremos com isso apenas encher templos nem sermos notícias nos telejornais, como num deleite pessoal do nosso próprio ego. “A nossa pátria está nos céus, de onde esperamos o Salvador, o Senhor JESUS CRISTO” (Filipenses 3:20). O Poder de DEUS, a PALAVRA VIVA, se faz em nós. Por isso resistimos às potestades que se levantam contra nós. O Brasil, senhor Ratzinger, é do Senhor JESUS CRISTO. O senhor há de se conformar com essa verdade. Essa é a grande promessa de DEUS, a porta do evangelho que se abre aos outros países em missões…

FERNANDO CÉSAR – Escritor, autor dos livros “Não Mude de religião: mude de vida!”, “Pódio da Graça” e “Antes que a Luz do Sol escureça”. Também é líder do Ministério Interdenominacional Recuperando Famílias para Cristo.

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